Olá!
Mais um livro que me me surpreendeu do Livros Viajantes II.
Admito que a escrita repetitiva Inicial me cansou mt e nas 20 primeiras páginas eu quase desisti mas era o único livro que eu tinha prs ler numa conexão de 3h xD
E que bom que me forcei pq no final a história - mais especificamente as reflexões são mt interessantes.
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sábado, 21 de abril de 2018
quarta-feira, 7 de março de 2018
Livro viajante II: A casa
Olá!
Estou atrasadíssima! Achava que tinha agendado esse post - mas não. Na verdade eu achava que todos os post até o meio de fevereiro estavam agendados.
Enfim, vamos pro que interessa. Esse é o primeiro livro que leio do André Vianco - é escritor brasileiro famoso e eu, na minha ignorância, achava que ele somente escrevia sobre vampiros xD
A história desse livro na verdade se divida na história de 4 personagens com um sentimento em comum: sofrimento. Todos eles sofrem agora por coisas que fizeram no passado e não conseguem encontrar a paz. Todos eles estão acelerando o caminho até a própria morte.
Eis que surge um cartão que propõe o que todos buscam: alívio. Este alívio deve ser buscado em uma casa. Mas como? O que poderia ter nessa casa?
Eu adorei a história. Muito real. Muito humana. Admito que eu mesma sofria junto com os personagens. A transmissão de sentimentos do personagem é excelente.
Admito também que eu não esperava a conclusão da história e que fiquei refletindo por muitos dias sobre ela. Ainda não sei se a minha interpretação era a objetivada pelo autor ou se eu fui "além"do proposto por ele - ou se foi erro de história mesmo xD
Mas por fim eu recomendo fortemente esse livro para quem curte uma ficção com uma pegada bem não ficcional (explico: a história não é real mas a pegada toca o leitor como se real fosse ;) )
Até
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Livros: O que há de estranho em mim
Olá!
CUIDADO!! ESSE POST PODE CONTER SPOILERS!!
Esse livro, admito, me surpreendeu pois as primeiras páginas pareciam bem maçantes, muito dedicado aos pensamentos aborrecentes da protagonista. Estava esperando aqueles chiliques habituais e tudo mais quando.... Tudo mudou porque subitamente ela era uma adolescente com um problema sério mesmo - o pai deliberadamente escolheu largar de vez a responsabilidade dele de ser pai.
E esse é um problema recorrente com pais na adolescência. Eles dizem que tentaram tudo, que fizeram de tudo, que tentaram conversar e que não sabem mais o que fazer ai... Seu filho é um rebelde e ele não sabe o que fazer então, porque não se livrar do incomodo de ter ele ali todos os dias te lembrando do problema que ele é.
Cara, o livro é muito forte. Esse intro que eu fiz é apenas uma das maiores justificativas que os pais dão para "largar de mão". Se pai de adolescente é uma barra e acho que todo mundo deveria lembrar disso quando fica sonhando com aquele lindo bebezinho inofensivo. Crianças crescem e quanto mais consciência do mundo tem mas complicado se torna lidar com elas.
Lógico que em diversas partes da história - que é fictícia - a protagonista demonstra que não sabe das coisas e que esta confusa e com medo mas acho legal que ela também tem consciência de que esta dando o melhor dela para se virar durante a adolescência - e também na situação bosta que o pai a deixou.
Outro ponto que achei interessante é a resistência pessoas que obviamente precisam de ajuda. De fato, ser humano passa do lado, pode fazer algo, e escolhe não se dar ao trabalho porque é mais fácil, né?
Por fim, a questão sobre internatos e tratamentos "de choque"e restritores da liberdade como métodos ressocializadores (ha ha, impossível não rir sobre COMO isolar pessoas irá para torna-las mais sociáveis - oi?). O tenso é a exposição desse tipo de método - que NÓS empregamos todos os dias em diversos países para tudo - mas que somente chama atenção quando são adolescentes nessas. [ prefiro não adentrar na discussão mas porque não questionar o sistema prisional? ]
Gostei bastante do livro e super recomendo a leitura. Vença as primeiras paginas introdutórias que são beeeeem chatinhas que vale as reflexões que o livro provoca.
Até!
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reformatórios,
vida
sexta-feira, 12 de maio de 2017
Livros viajantes II: Enfeitiçadas
Olá!
Esse livrinho é da 4ª rodada dos livros viajantes - que na presente data ainda não aconteceu - mas eu antecipei a leitura já que é a rodada do Daniel e ele ainda tá lendo a casa dos espíritos.
O que posso dizer dessa nova trilogia que entrou na minha vida e já considero pacas?
É mais um livro com foco em meninas adolescentes, com romance adolescente e aquele pano de fundo mágico - mas saímos daquela realidade que já tinha cansado do homem do par romântico ser o todo poderoso, e as poderosas são as mulheres.
(tá que as poderosas são perseguidas e mortas então voltamos a estaca zero do poder feminino: mulheres precisam de um homem para se proteger e evitarem de serem julgadas como bruxas - tenham elas poderes ou não. )
Talvez meu tom ácido sobre o romance juvenil/ o homem que salva/assuste mas é que eu ando bem cansada dos autores usarem sempre a mesma fórmula.
Mas esse livro nem foi assim. Quando iniciei a leitura já estava revirando os olhos e esperando mais uma adolescente que tem tudo reclamando da vida, não tendo noção da sua beleza e vivendo em função dos seus suspiros pelo galã perfeito.
Mas a protagonista tem problemas reais - ela é uma bruxa, ela esta em idade de casar (o contexto da história seria o de uma sociedade com regras sociais/vestimenta/morais do séc. XIX), ela tem duas irmãs menores, que também são bruxas, mas como elas perderam a mãe, a protagonista tem a responsabilidade de zelar por elas. Se não bastasse tudo isso, ela tem os próprios problemas para conter a própria magia e definir seus próprios quereres.
Mas a história se diferencia do padrãozão recente - que fica lá focado no relacionamento amoroso - porque o foco da história é o dilema da protagonista quanto aos próprios quereres e seus deveres.
Li o livro em um dia - ansiosa para saber como iria acabar - e terminei o livro louca para pegar o volume 2 xD
E você, já leu esse livro? Esta interessado na coleção? Ou simplesmente gosta de uma história de magia? No caso da última resposta ser afirmativa - recomendo o livro.
Até!
Esse livrinho é da 4ª rodada dos livros viajantes - que na presente data ainda não aconteceu - mas eu antecipei a leitura já que é a rodada do Daniel e ele ainda tá lendo a casa dos espíritos.
O que posso dizer dessa nova trilogia que entrou na minha vida e já considero pacas?
É mais um livro com foco em meninas adolescentes, com romance adolescente e aquele pano de fundo mágico - mas saímos daquela realidade que já tinha cansado do homem do par romântico ser o todo poderoso, e as poderosas são as mulheres.
(tá que as poderosas são perseguidas e mortas então voltamos a estaca zero do poder feminino: mulheres precisam de um homem para se proteger e evitarem de serem julgadas como bruxas - tenham elas poderes ou não. )
Talvez meu tom ácido sobre o romance juvenil/ o homem que salva/assuste mas é que eu ando bem cansada dos autores usarem sempre a mesma fórmula.
Mas esse livro nem foi assim. Quando iniciei a leitura já estava revirando os olhos e esperando mais uma adolescente que tem tudo reclamando da vida, não tendo noção da sua beleza e vivendo em função dos seus suspiros pelo galã perfeito.
Mas a protagonista tem problemas reais - ela é uma bruxa, ela esta em idade de casar (o contexto da história seria o de uma sociedade com regras sociais/vestimenta/morais do séc. XIX), ela tem duas irmãs menores, que também são bruxas, mas como elas perderam a mãe, a protagonista tem a responsabilidade de zelar por elas. Se não bastasse tudo isso, ela tem os próprios problemas para conter a própria magia e definir seus próprios quereres.
Mas a história se diferencia do padrãozão recente - que fica lá focado no relacionamento amoroso - porque o foco da história é o dilema da protagonista quanto aos próprios quereres e seus deveres.
Li o livro em um dia - ansiosa para saber como iria acabar - e terminei o livro louca para pegar o volume 2 xD
E você, já leu esse livro? Esta interessado na coleção? Ou simplesmente gosta de uma história de magia? No caso da última resposta ser afirmativa - recomendo o livro.
Até!
sexta-feira, 31 de março de 2017
Livros: The throne of the crescent moon
Olá!
Como podem ver pelo título e a capa, essa versão é em inglês e pelo que eu sei ainda não houve tradução para o Português. Não é desestimulando, mas prepare-se para um inglês mais formal e para palavras que você vai precisar verificar o significado no dicionário, pois o pano de fundo dessa história não é o que estamos acostumados.
Mas, enfrentando as barreiras linguísticas, você estará diante de um livro muito bom.
O Protagonista Doctor Adoulla é muito humano, com sua historia e motivações bem fechadinhas. Ele impressiona pela simplicidade e pela constante demonstração de sabedoria adquirida a duras penas. Acho muito legal ele ser tão honesto quanto a seus quereres e seus arrependimento na vida. Como eu disse, muito humano.
Para falar a verdade, uma coisa que gostei muito nesse livro, é a presença de vários personagens idosos agindo de forma ativa na trama - e não só apenas dando sábios conselhos, como normalmente acontece. O autor explora a necessidade dos mais jovens ouvirem os mais experientes para poderem tomar melhores decisões - ou pelo menos, decisões sem sofrer tanto - e ainda apresenta o alto grau de poder dos personagens que, mesmo idosos, são mais capazes que os jovens puramente por serem mais experientes - nunca vi isso ser explorado em uma história de fantasia antes.
Outra coisa que me chamou muita a atenção e desenvolveu minha imaginação foi a mudança de cenário. Ir para o deserto, para as cidades árabes caóticas, com seus mercados e bairros segmentados em razão da religião, e também as diferentes vestimentas e comidas, abre um mundo totalmente novo na minha imaginação ( que esta repleta de castelos, armaduras, cavalos, carvalhos e um prato de cervo xD).
Sim, estou exaltando o diferente e reclamando dos clichês reiterados que pessoal fica reproduzindo achando que tá inventando a roda. )
#Por mais cenários variados - diversificação de culturas!
Pois bem, eu gostei bastante da história e da proposta de aventura. Esse livro é o primeiro de uma série - The crescent moon kingdom e eu com certeza vou querer ler os próximos.
Como crítica, tenho apenas a conclusão da história. O autor se preocupou tanto no detalhamento de tudo e na construção de ideias e na lenda e tudo mais e ai..... o fim súbito e meio inesperado - mas não aquele inesperado "bom", sabe, mas aquele inesperado meio plot twist que não deu certo.
Outra falha/chatisse/ou talvez seja a intenção do autor, o romance entre o Raseed e a Zamia foi chaaaaaaaatoooooooo. Lenga lenga da porra e o final era previsível.
Afora esses pontos, adorei mesmo o livro e super recomendo!
O livro pode ser encontrado na livraria cultura e custa aproximadamente R$35,00.
Até!
Como podem ver pelo título e a capa, essa versão é em inglês e pelo que eu sei ainda não houve tradução para o Português. Não é desestimulando, mas prepare-se para um inglês mais formal e para palavras que você vai precisar verificar o significado no dicionário, pois o pano de fundo dessa história não é o que estamos acostumados.
Mas, enfrentando as barreiras linguísticas, você estará diante de um livro muito bom.
O Protagonista Doctor Adoulla é muito humano, com sua historia e motivações bem fechadinhas. Ele impressiona pela simplicidade e pela constante demonstração de sabedoria adquirida a duras penas. Acho muito legal ele ser tão honesto quanto a seus quereres e seus arrependimento na vida. Como eu disse, muito humano.
![]() |
| Fomos para praia, o tempo fechou: bora ler. Daniel lendo "Vergonha" e eu throne of the crescent moon. |
Outra coisa que me chamou muita a atenção e desenvolveu minha imaginação foi a mudança de cenário. Ir para o deserto, para as cidades árabes caóticas, com seus mercados e bairros segmentados em razão da religião, e também as diferentes vestimentas e comidas, abre um mundo totalmente novo na minha imaginação ( que esta repleta de castelos, armaduras, cavalos, carvalhos e um prato de cervo xD).
Sim, estou exaltando o diferente e reclamando dos clichês reiterados que pessoal fica reproduzindo achando que tá inventando a roda. )
#Por mais cenários variados - diversificação de culturas!
Pois bem, eu gostei bastante da história e da proposta de aventura. Esse livro é o primeiro de uma série - The crescent moon kingdom e eu com certeza vou querer ler os próximos.
Como crítica, tenho apenas a conclusão da história. O autor se preocupou tanto no detalhamento de tudo e na construção de ideias e na lenda e tudo mais e ai..... o fim súbito e meio inesperado - mas não aquele inesperado "bom", sabe, mas aquele inesperado meio plot twist que não deu certo.
Outra falha/chatisse/ou talvez seja a intenção do autor, o romance entre o Raseed e a Zamia foi chaaaaaaaatoooooooo. Lenga lenga da porra e o final era previsível.
Afora esses pontos, adorei mesmo o livro e super recomendo!
O livro pode ser encontrado na livraria cultura e custa aproximadamente R$35,00.
Até!
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Livros: a rebelde do deserto
Olá!
É, eu sei que eu estou meio sumida. Não esta sobrando tempo nessas últimas semanas para eu conseguir falar sobre a viagem ou livros - até porque não tenho conseguido ler.
Esse livro eu li já tem quase um mês. O bom de esperar um tempo para falar sobre um livro é que você acaba tendo uma noção melhor do que você gostou e não gostou e se, no final das contas, é um livro que você recomenda ou não.
E pra falar a verdade eu gostei muito desse livro. Não porque a história seja super original - porque não é - mas porque foi bem legal ter como pano de fundo uma sociedade utópica que tem conceitos baseados em uma sociedade que não a ocidental clássica.
A ideia base é: a história se passa no deserto. A protagonista é uma menina e a sociedade que ela esta inserida é de Cultura árabe - cultura em que as mulheres são um "estorvo" para a família. Para a protagonista, ela não é um estorvo só porque é mulher, mas porque ela tem um biotipo diferente e, por ser orfã, se tornou responsabilidade de parente de sua mãe.
E ai vem o "diferente" da história. A nossa protagonista esta entre a cruz e a espada pois já esta na idade de "deixar de ser um peso da família" para integrar a família do marido. Ela não deseja se casar mas a vida com esses parentes é muito ruim também.
E essa protagonista simplemente vai a luta. Nada de esperar alguém vir salvar ela (na verdade, como toda garota, ela até quis que isso fosse verdade) mas a vida não é justa, então ela tentou achar um caminho, o qual iniciava com uma arma no punho e exigia muita habilidade.
Apesar de aparentemente não ter tido nada fantástico nessa minha narrativa, observe que o mais interessante da história esta exatamente nesse ponto. O que VOCÊ sabe sobre historias árabes?
Particularmente, eu só sabia a historia do gênio da lâmpada. E mesmo assim, a história contada pela disney.
Nesse livro a cultura mitológica árabe é apresentada ao leitor de forma muito simples, realmente focada em leitores que desconheçam a cultura.
Tenho que dizer que em diversos momentos a história é bem previsível mas vale a leitura pelos aspectos diferenciados de fantasia e também culturais.
Logo eu recomendo!
Recomendo como presente para meninas adolescentes ;) alta probabilidade de satisfação.
Até!
É, eu sei que eu estou meio sumida. Não esta sobrando tempo nessas últimas semanas para eu conseguir falar sobre a viagem ou livros - até porque não tenho conseguido ler.
Esse livro eu li já tem quase um mês. O bom de esperar um tempo para falar sobre um livro é que você acaba tendo uma noção melhor do que você gostou e não gostou e se, no final das contas, é um livro que você recomenda ou não.
E pra falar a verdade eu gostei muito desse livro. Não porque a história seja super original - porque não é - mas porque foi bem legal ter como pano de fundo uma sociedade utópica que tem conceitos baseados em uma sociedade que não a ocidental clássica.
A ideia base é: a história se passa no deserto. A protagonista é uma menina e a sociedade que ela esta inserida é de Cultura árabe - cultura em que as mulheres são um "estorvo" para a família. Para a protagonista, ela não é um estorvo só porque é mulher, mas porque ela tem um biotipo diferente e, por ser orfã, se tornou responsabilidade de parente de sua mãe.
E ai vem o "diferente" da história. A nossa protagonista esta entre a cruz e a espada pois já esta na idade de "deixar de ser um peso da família" para integrar a família do marido. Ela não deseja se casar mas a vida com esses parentes é muito ruim também.
E essa protagonista simplemente vai a luta. Nada de esperar alguém vir salvar ela (na verdade, como toda garota, ela até quis que isso fosse verdade) mas a vida não é justa, então ela tentou achar um caminho, o qual iniciava com uma arma no punho e exigia muita habilidade.
Apesar de aparentemente não ter tido nada fantástico nessa minha narrativa, observe que o mais interessante da história esta exatamente nesse ponto. O que VOCÊ sabe sobre historias árabes?
Particularmente, eu só sabia a historia do gênio da lâmpada. E mesmo assim, a história contada pela disney.
Nesse livro a cultura mitológica árabe é apresentada ao leitor de forma muito simples, realmente focada em leitores que desconheçam a cultura.
Tenho que dizer que em diversos momentos a história é bem previsível mas vale a leitura pelos aspectos diferenciados de fantasia e também culturais.
Logo eu recomendo!
Recomendo como presente para meninas adolescentes ;) alta probabilidade de satisfação.
Até!
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
As espiãs do Dia D
Olá!
Mais um livro que li do meu queridinho Ken Follet.
Mais uma vez, misturando elementos históricos e ficção, o autor acertou direitinho a ponto de eu quase acreditar que ele estava contando uma história real.
Para quem não sabe, o estilo de escrita do Ken Follet, pelo menos nesses 5 livros que já li dele, seguem cronologicamente a nossa história mundial ( medievalismo, século XX) e seus personagens estão, normalmente, diretamente envolvidos com o acontecimento histórico marcante que se desenvolve ( 1a guerra mundial, construção do ponto mais alto da Inglaterra, etc).
No livro “Espiãs do dia D” o momento histórico escolhido é o “Dia D”, cujo desfecho todo mundo sabe qual foi, mas o foco da narrativa dele é o “como” o “dia D” deu certo, que foi o somatório de diversas missões que acabaram dando certo, e a missão mais improvável é a que o livro conta: um grupo de 6 mulheres se infiltrarem em um QG da Guestapo para explodirem sua central telefônica mais importante.
A protagonista, a “Leoparda” ou "Flick"é fácil de conquistar o leitor. Ela é uma mulher forte, vivendo em uma sociedade super machista (no meio do século XX...) e excludente, mas que manda as favas tudo quando fica brava. Não quer saber da patente de ninguém, se isso prejudicar a missão, e impressiona pela garra e pelo fato de ter sido a única sobrevivente de um time de agentes treinados para infiltração nas hordas inimigas.
Mais do que isso, a sua competência em serviço impõem respeito e obediência.
Como nos demais livros do Autor, os capítulos intercalam o narrador: alguns momentos é a protagonista, noutros é o “vilão”, o capitão alemão Dieter. E é engraçado porque a relação, inicialmente desinteressada entre os dois, vai se amarrando cada vez mais até o climax.
É um ótimo livro. SUPER mantenho a recomendação dos livros desse Autor para quem gosta desse estilo de escrita que mistura realidade com ficção.
Até!
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Livros: Garota exemplar
Olá!
Esse livro é um dos melhores que eu li nos ultimos tempos. Eu li livros bons mas esse me amarrou mesmo!
É a história contada por 2 perspectivas diferentes a partir de um fato: todo aniversário de casamento Nick e Amy tinham uma brincadeira de caça ao tesouro para encontrar seus presentes mas no aniversário de 5 anos algo terrível aconteceu: Amy desapareceu.
E é um mistério completo porque você vai investigando junto com a polícia e com os personagens.
Não posso falar muito mais que isso sem mandar spoiler.
Eu já conhecia a história porque vi o filme baseado no livro, estrelado por Ben Affleck, e eu ADOREI e me choquei muito com o filme. Como eu ja sabia a historia achava que ler o livro não seria emocionante mas FOI EMOCIONANTE A BEÇA!!!
Detalhes: não achei quase nada diferente - muito fiel MESMO ao livro.
Recomendo os dois: o filme e o livro porque são MUITO BONS mesmo!
# OBS: É um livro adulto, fala sobre sexo, tem palavrão, violência, abuso. Logo, cuidado ao dar para adolescentes. Crianças NEM PENSAR!
Até!
Esse livro é um dos melhores que eu li nos ultimos tempos. Eu li livros bons mas esse me amarrou mesmo!
É a história contada por 2 perspectivas diferentes a partir de um fato: todo aniversário de casamento Nick e Amy tinham uma brincadeira de caça ao tesouro para encontrar seus presentes mas no aniversário de 5 anos algo terrível aconteceu: Amy desapareceu.
E é um mistério completo porque você vai investigando junto com a polícia e com os personagens.
Não posso falar muito mais que isso sem mandar spoiler.Eu já conhecia a história porque vi o filme baseado no livro, estrelado por Ben Affleck, e eu ADOREI e me choquei muito com o filme. Como eu ja sabia a historia achava que ler o livro não seria emocionante mas FOI EMOCIONANTE A BEÇA!!!
Detalhes: não achei quase nada diferente - muito fiel MESMO ao livro.
Recomendo os dois: o filme e o livro porque são MUITO BONS mesmo!
# OBS: É um livro adulto, fala sobre sexo, tem palavrão, violência, abuso. Logo, cuidado ao dar para adolescentes. Crianças NEM PENSAR!
Até!
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Livro: Mundo sem fim
Olá!!
Esse livro foi repartido em 2 volumes e ganhei de presente de natal (obrigada!!). Acertou em cheio no autor e, de quebra, eu gostei muito da história.
O estilo do Ken Follet nesse livro segue a trilogia o século: o inicio da história mostra como os personagens que dominaram a trama se conheceram. Eu acho muito interessante essa escolha que ele faz - todos os personagens principais se conhecem e tem um vínculo, que não é importante para a trama em si, mas uma ótima forma de apresentar os personagens enfatizando as diferenças de personalidade e contextualizando a participação delas na sociedade em que vivem.
Pode parecer simples mas esse tipo de apresentação faz toda a diferença para o leitor. Logo no primeiro capitulo você já criou algum vinculo com o personagem pq você já sabe como ele age e que lugar ocupa. Desde logo eu já estava "torcendo" pelo sucesso de Merthin e querendo que rolasse um romance dele com a Caris.
Mais uma vez o pano de fundo é baseado em uma história real = a vida durante o século XIV na Inglaterra. O domínio da igreja, o poder insurgente das guildas mercantis, reis e nobres babacas e, logico, a peste negra.
Eu adoro esse tipo de construção fictícia misturada com informações verdadeiras. Além de ser um show de história, é muito interessante imaginar como as pessoas viviam nessa época, suas dificuldades e tudo mais.
Uma pauta frequente é o tratamento submissivo imposto as mulheres. Para que uma mulher pudesse exercer sua inteligencia dependia de fazê-lo por trás de um homem.. deve ter sido muito frustrante! A abordagem ficou muito legal.
Recomendadíssimo o livro!
Até!
Esse livro foi repartido em 2 volumes e ganhei de presente de natal (obrigada!!). Acertou em cheio no autor e, de quebra, eu gostei muito da história.
O estilo do Ken Follet nesse livro segue a trilogia o século: o inicio da história mostra como os personagens que dominaram a trama se conheceram. Eu acho muito interessante essa escolha que ele faz - todos os personagens principais se conhecem e tem um vínculo, que não é importante para a trama em si, mas uma ótima forma de apresentar os personagens enfatizando as diferenças de personalidade e contextualizando a participação delas na sociedade em que vivem.
Pode parecer simples mas esse tipo de apresentação faz toda a diferença para o leitor. Logo no primeiro capitulo você já criou algum vinculo com o personagem pq você já sabe como ele age e que lugar ocupa. Desde logo eu já estava "torcendo" pelo sucesso de Merthin e querendo que rolasse um romance dele com a Caris.
Mais uma vez o pano de fundo é baseado em uma história real = a vida durante o século XIV na Inglaterra. O domínio da igreja, o poder insurgente das guildas mercantis, reis e nobres babacas e, logico, a peste negra.
Eu adoro esse tipo de construção fictícia misturada com informações verdadeiras. Além de ser um show de história, é muito interessante imaginar como as pessoas viviam nessa época, suas dificuldades e tudo mais.
Uma pauta frequente é o tratamento submissivo imposto as mulheres. Para que uma mulher pudesse exercer sua inteligencia dependia de fazê-lo por trás de um homem.. deve ter sido muito frustrante! A abordagem ficou muito legal.
Recomendadíssimo o livro!
Até!
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Livros viajantes: Revolução dos Bichos
Olá!
Essa é a 5ª rodada dos livros viajantes \o/
Admito que esse livro me surpreendeu demais. Eu nunca li a sinopse nem nada sobre o objeto do livro. No grupo de pesquisa de Direito dos Animais e Ecologia Profunda, que fiz parte por um tempo, esse livro estava no rol das bibliografias recomendadas. Como haviam outros livros tidos como mais importantes e que eram pauta das discussões acabou que eu nunca li esses e esperava que fosse um livro voltado para defesa dos animais ou algo do tipo xD
Na realidade, o livro não discute direito dos animais. Os animais, como personagens, são utilizados apenas de forma a tornar a história um pouco diferente da realidade que o autor apresenta. O objetivo é proporcionar ao leitor uma interpretação, prima facie, independente da opinião dominante na época que o livro fora publicado e, assim, buscar a reflexão sobre o comunismo e a forma que Stalin governava a URSS sem abordar o assunto diretamente.
Achei muito interessante porque eu não sabia que história eu ia encontrar e ao encontrar diversos pontos que me lembravam a história do Socialismo na Russia comecei a refletir mais profundamente sobre os acontecimentos reais - até porque eu já estava mega indignada com o que estava acontecendo na "Granja dos bichos".
A história termina de uma forma bem interessante ( para época deve ter ficado um pouco enigmática a depender da opinião política do leitor).
Recomendo ao leitor que leia os anexos pois contextualizam os escritos a época histórica que o autor se dedicou a obra. Faz muito sentido a escolha de contar a história de uma forma inusitada, considerando a resistência geral sentida pelo Autor na época quanto a realização de críticas ao governo de Stálin.
Gostei bastante do livro, leitura reflexiva e fácil. Bom para quem gosta de refletir um pouquinho sobre história, humanidade, sistemas e poder.
Ah, o poder. No final das contas não importa a espécie mas QUEM tem o poder de subjugar as demais (acrescentei isso aqui só para os interessados entenderem PORQUE esse livro encontrava-se na bibliografia de um grupo de direito dos animais xD)
Até a próxima rodada!
Essa é a 5ª rodada dos livros viajantes \o/
Admito que esse livro me surpreendeu demais. Eu nunca li a sinopse nem nada sobre o objeto do livro. No grupo de pesquisa de Direito dos Animais e Ecologia Profunda, que fiz parte por um tempo, esse livro estava no rol das bibliografias recomendadas. Como haviam outros livros tidos como mais importantes e que eram pauta das discussões acabou que eu nunca li esses e esperava que fosse um livro voltado para defesa dos animais ou algo do tipo xD
Na realidade, o livro não discute direito dos animais. Os animais, como personagens, são utilizados apenas de forma a tornar a história um pouco diferente da realidade que o autor apresenta. O objetivo é proporcionar ao leitor uma interpretação, prima facie, independente da opinião dominante na época que o livro fora publicado e, assim, buscar a reflexão sobre o comunismo e a forma que Stalin governava a URSS sem abordar o assunto diretamente.
Achei muito interessante porque eu não sabia que história eu ia encontrar e ao encontrar diversos pontos que me lembravam a história do Socialismo na Russia comecei a refletir mais profundamente sobre os acontecimentos reais - até porque eu já estava mega indignada com o que estava acontecendo na "Granja dos bichos".
A história termina de uma forma bem interessante ( para época deve ter ficado um pouco enigmática a depender da opinião política do leitor).
Recomendo ao leitor que leia os anexos pois contextualizam os escritos a época histórica que o autor se dedicou a obra. Faz muito sentido a escolha de contar a história de uma forma inusitada, considerando a resistência geral sentida pelo Autor na época quanto a realização de críticas ao governo de Stálin.
Gostei bastante do livro, leitura reflexiva e fácil. Bom para quem gosta de refletir um pouquinho sobre história, humanidade, sistemas e poder.
Ah, o poder. No final das contas não importa a espécie mas QUEM tem o poder de subjugar as demais (acrescentei isso aqui só para os interessados entenderem PORQUE esse livro encontrava-se na bibliografia de um grupo de direito dos animais xD)
Até a próxima rodada!
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Livro: Filhos do Éden - O Paraíso Perdido (vol.3)
Olá!
E com esse livrinho a trilogia do autor brasileiro Eduardo Spohr chegou ao fim.
Eu fiz uma crítica do volume 2 - Anjos da Morte - livro que eu gostei muito. Para ler clique aqui.
De forma geral eu não gostei muito desse terceiro livro :( Sei que começar assim é decepcionante mas foi como eu me senti. Se você pretende ler o livro sugiro que pare de ler agora esse post. 1º) Porque vou dar spoiler e 2º) porque não gostaria de influenciar na opinião de ninguém.
A razão por eu não gostar foi a opção por, primeiramente, ter mudado totalmente o rumo da história na primeira parte do livro e misturar os ambientes fantásticos [ anjos x mitologia nórdica ] e por ter um final fraco.
A narrativa da parte 1 ficou cansativa, porque era necessário explicar muitas coisas e detalhar o ambiente completamente diferente do que leitor esta acostumado, e os personagens que foram acrescentado simplesmente não eram interessantes (além da protagonista ser chata - se não tivesse o Denyel eu teria largado o livro).
Aí, quando começa a parte 2 eu JUREI que seria o melhor livro dos 3 porque meu personagem favorito criado pelo Spohr apareceu de novo: Ablon, o anjo renegado de Batalha do Apocalipse. Quando eu me dei conta que eu iria saber o que aconteceu antes da história de Batalha do Apocalipse fiquei muito empolgada. Na verdade, toda a história é tão interessante e o Ablon e a Ishtar fazem um par de protagonista TÃO mais interessante!
E ainda aparece Inanna, personagem que poderia ter sido MUITO MAIS explorada mas que foi bem interessante.
Enfim, o código de conduta e inocência do Ablon asseguraram a minha satisfação na leitura da parte 2 inteira.
Aí, na parte 3, que trio chatooooo (porque eles estavam chatos nesse livro) retorna a cena e você tem TODA a esperança de que "algo muito inesperado" vai aconteceu - porque não iriam colocar as partes anteriores a toa né? Tanta história e magia e fantasia tinha que desembocar num final fodarástico, certo?
Errado. O livro acaba, o Ablon não aparece para salvar a patria (sim, era o que seria previsivel e era o que eu queria) e mais parece final de novela mexicana: a mana descobre que ta grávida, vilão mal é morto, um casamento nada a ver rola, o mundo esta salvo bla bla.
Acho que o outro motivo para essa parte não ficar boa foi a inserção de um novo povo mitológico desnecessariamente (que nem o povo da parte 1) para justificar uma "batalha final" emocionante - boceja - e mesmo para dar história para o Denyel atuando sozinho. Tantaaa coisa desnecessáriaaaaa.
O pior é que, no final das contas, apesar de eu ter adorado a parte 2 com o Ablon e tudo mais, me parece uma parte beeeem desnecessária para o fim do livro.
Foi uma bosta o fim: não. Mas foi bastante frustrante. Pareceu que o autor pegou uma panela, misturou um monte de personagens fantásticos e tentou dar sentido as demais partes do livro. Não deu certo, Não ficou emocionante. Faltou motivação meeeesssmooo para me fazer convencer de que a Sophia era uma vaca indiferente e mesmo para o atuar do Metatron.
Acho que a história do Metatron poderia ter sido desenvolvida ao longo de toda a trilogia porque, até pelo título da série, o que importava mesmo eram os filhos do éden, certo????
(suspira) Fiquei decepcionada com essa série. Tinha TUTO para ser ótima mas me parece que o autor desenvolve melhor suas histórias quando usa como pano de fundo a cronologia do mundo e quando utiliza-se de personagens fortes. A Kaira foi a decepção da série como protagonista. Morta e sem graça você não tem pelo que torcer pra ela.
Apesar dos pesares, acho que o autor escreve muito bem e seu primeiro livro "A batalha do apocalipse" foi bom além da conta - um dos melhores livros que eu já li. Logo, talvez eu tenha criado uma expectativa alta demais para a série e, principalmente, para o fim do terceiro livro após a inserção do Ablon na parte 2.
Espero que surjam novas aventuras fantásticas por parte do Eduardo Spohr e que a crítica - sabidamente pesada - não abata mas sempre estimule a escrever cada vez melhor ^^
Até!
E com esse livrinho a trilogia do autor brasileiro Eduardo Spohr chegou ao fim.
Eu fiz uma crítica do volume 2 - Anjos da Morte - livro que eu gostei muito. Para ler clique aqui.
De forma geral eu não gostei muito desse terceiro livro :( Sei que começar assim é decepcionante mas foi como eu me senti. Se você pretende ler o livro sugiro que pare de ler agora esse post. 1º) Porque vou dar spoiler e 2º) porque não gostaria de influenciar na opinião de ninguém.
A razão por eu não gostar foi a opção por, primeiramente, ter mudado totalmente o rumo da história na primeira parte do livro e misturar os ambientes fantásticos [ anjos x mitologia nórdica ] e por ter um final fraco.
A narrativa da parte 1 ficou cansativa, porque era necessário explicar muitas coisas e detalhar o ambiente completamente diferente do que leitor esta acostumado, e os personagens que foram acrescentado simplesmente não eram interessantes (além da protagonista ser chata - se não tivesse o Denyel eu teria largado o livro).
Aí, quando começa a parte 2 eu JUREI que seria o melhor livro dos 3 porque meu personagem favorito criado pelo Spohr apareceu de novo: Ablon, o anjo renegado de Batalha do Apocalipse. Quando eu me dei conta que eu iria saber o que aconteceu antes da história de Batalha do Apocalipse fiquei muito empolgada. Na verdade, toda a história é tão interessante e o Ablon e a Ishtar fazem um par de protagonista TÃO mais interessante!
E ainda aparece Inanna, personagem que poderia ter sido MUITO MAIS explorada mas que foi bem interessante.
Enfim, o código de conduta e inocência do Ablon asseguraram a minha satisfação na leitura da parte 2 inteira.
Aí, na parte 3, que trio chatooooo (porque eles estavam chatos nesse livro) retorna a cena e você tem TODA a esperança de que "algo muito inesperado" vai aconteceu - porque não iriam colocar as partes anteriores a toa né? Tanta história e magia e fantasia tinha que desembocar num final fodarástico, certo?
Errado. O livro acaba, o Ablon não aparece para salvar a patria (sim, era o que seria previsivel e era o que eu queria) e mais parece final de novela mexicana: a mana descobre que ta grávida, vilão mal é morto, um casamento nada a ver rola, o mundo esta salvo bla bla.
Acho que o outro motivo para essa parte não ficar boa foi a inserção de um novo povo mitológico desnecessariamente (que nem o povo da parte 1) para justificar uma "batalha final" emocionante - boceja - e mesmo para dar história para o Denyel atuando sozinho. Tantaaa coisa desnecessáriaaaaa.
O pior é que, no final das contas, apesar de eu ter adorado a parte 2 com o Ablon e tudo mais, me parece uma parte beeeem desnecessária para o fim do livro.
Foi uma bosta o fim: não. Mas foi bastante frustrante. Pareceu que o autor pegou uma panela, misturou um monte de personagens fantásticos e tentou dar sentido as demais partes do livro. Não deu certo, Não ficou emocionante. Faltou motivação meeeesssmooo para me fazer convencer de que a Sophia era uma vaca indiferente e mesmo para o atuar do Metatron.
Acho que a história do Metatron poderia ter sido desenvolvida ao longo de toda a trilogia porque, até pelo título da série, o que importava mesmo eram os filhos do éden, certo????
(suspira) Fiquei decepcionada com essa série. Tinha TUTO para ser ótima mas me parece que o autor desenvolve melhor suas histórias quando usa como pano de fundo a cronologia do mundo e quando utiliza-se de personagens fortes. A Kaira foi a decepção da série como protagonista. Morta e sem graça você não tem pelo que torcer pra ela.Apesar dos pesares, acho que o autor escreve muito bem e seu primeiro livro "A batalha do apocalipse" foi bom além da conta - um dos melhores livros que eu já li. Logo, talvez eu tenha criado uma expectativa alta demais para a série e, principalmente, para o fim do terceiro livro após a inserção do Ablon na parte 2.
Espero que surjam novas aventuras fantásticas por parte do Eduardo Spohr e que a crítica - sabidamente pesada - não abata mas sempre estimule a escrever cada vez melhor ^^
Até!
quarta-feira, 30 de março de 2016
Livros da Bienal: Do outro lado da cidade
Olá!
Pessoal esse é um dos melhores livros de contos que eu li. Salvo uma exceção, eu adorei todos os contos. Todos os autores escrevem muito muito bem. O tema do livro era utilizar o ambiente urbano como pano de fundo de tramas fantásticas.
Eu adorei rever a cidade de Biblos no conto "Costumes em Comum" da Ana Cristina Rodrigues ( no livro dela, Anacrônicas, tem uma historia com esse pano de fundo incrível - tem post no blog sobre esse livro aqui) e o conto "Coração Mecânico" da Bárbara Morais foi extremamente criativo e bem escrito s2 admito que quando comecei a ler esperava algo completamente diferente.
Preciso elogiar muitooo os organizadores desse livro: Taissa Reis e Joriam Philipe. Pessoal, vocês mandaram MUITO bem na seleção dos contos. Eu sei que vocês devem ter lido váaarios contos e com certeza vocês selecionaram os melhores s2 raro, raríssimo pegar uma seleção boa como essa ;) Com certeza vou comprar outros livros de contos organizado por vocês!
Mas, como sempre, eu tenho que eleger o que eu mais gostei, né? Difícil essa vida quando se tratam de contos tão bons.
O melhor conto deste livro foi "O relógio" do autor Lucas Zanenga. O critério de escolha, já que os habituais falharam :p, se pautou no meu divertimento e interesse que esta diretamente relacionado as minhas preferências de leitura: mistérios.
O conto é extremamente misterioso. Minha curiosidade ia sendo aguçada a cada parágrafo lido. A história é de um investigador chamado Mallear e ele recebeu um bilhete com letras dizendo que ele deveria estar as 12h no relógio.
A forma que a historia se desenvolve é exatamente aquela em que vai esclarecendo coisas e criando novas dúvidas a todo momento mas com um ritmo certo... um ritmo que você não fica cansado de "não saber nada" porque você obtém algumas informações e tem certeza que se continuar você vai saber tudo. Tem uma cota muito boa de humanidade, você realmente se afeiçoa ao Mallear, e aquela dose de: "E você, o que faria?"
Fórmula perfeita!!!!
Parabenizo ao autor e espero MESMO que continue nesse rumo. Quero muito mais histórias do Mallear e outros mistérios que você venha a criar!
Para quem quiser conhecer outros trabalhos do autor, Lucas Zanenga é escritor e game designer, e tem várias publicações online no seu site: http://lucaszanenga.com/ Com uma acessada rápida já fiquei cheia de vontade de ler os últimos contos dele (depois ponho a opinião aqui xD)
É isso pessoal!
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terça-feira, 15 de março de 2016
Livros: Os primeiros casos de Poirot
Olá!
Todo mundo sabe que adoro uma investigação (vide mil temporadas assistidas de CSI e a tv ligada no canal ID).
Livros de mistério nem sempre dão certo mas os da Agatha Christie, com raras exceções, são sempre fabulosos!
E é nessa que venho falar de um livro de contos dela cujo personagem principal é o conhecido detetive Hercule Poirot. O livro é composto por 18 contos e tenho a impressão que a ordem deles foi muito bem arranjada.
E não pense você que a escritora sempre usava a mesma formulo nos seus contos - porque perderia facilmente a graça - os contos em sua maioria são contados pelo Hastings, amigo do Poirot (cá entre nós, diversas vezes acho que eles são um casal - apesar de em apenas um conto a Agatha falar que o Hastings olhou para uma mulher mas tudo bem), mas existem outras fórmulas que ela adota que torna o livro muito dinâmico e antes do fim ja estava bem afeiçoada ao Poirot e seus grossos bigodes :)
Desses 18 contos admito que alguns foram melhores. Não pela escrita mas pela forma que o mistério foi resolvido. Em alguns deles fiquei pensando um tempo "fechando o caso"na minha cabeça. Foram os casos "O expresso de Plymouth" e "O rei de paus". Em ambos acontece o que eu acho mais genial na resolução de alguns casos que é a observação de um detalhe que mostra quem esta mentindo ou que as provas foram modificadas ou que exige a modificação do rumo de toda a investigaçao. Muito bom mesmo!!!
Algumas vezes na vida a gente tem que admitir que estava errada. Até uns 2 anos atrás eu odiava livro de contos. Achava dificil de levar uma leitura continua e, até por isso, demorei quase 2 anos para ler esse livro. Contudo, 2015 mudou minha vida e eu li só naquele ano 4 livros de contos e já nesse inicio de ano eu já terminei de ler 2 e estou em vias de terminar o 3o.
Na verdade, o que eu descobri foram livros com contos melhores (ajuda) e dentro do tema que eu adoro. A maioria acabou sendo de fantasia mas os mistérios também sao muito atrativos.
Recomendado esse livro e QUALQUER livro da Agatha Christie pq ela era f%$#!! Principalmente para época em que vivia.
Até!
Todo mundo sabe que adoro uma investigação (vide mil temporadas assistidas de CSI e a tv ligada no canal ID).
Livros de mistério nem sempre dão certo mas os da Agatha Christie, com raras exceções, são sempre fabulosos!
E é nessa que venho falar de um livro de contos dela cujo personagem principal é o conhecido detetive Hercule Poirot. O livro é composto por 18 contos e tenho a impressão que a ordem deles foi muito bem arranjada.
E não pense você que a escritora sempre usava a mesma formulo nos seus contos - porque perderia facilmente a graça - os contos em sua maioria são contados pelo Hastings, amigo do Poirot (cá entre nós, diversas vezes acho que eles são um casal - apesar de em apenas um conto a Agatha falar que o Hastings olhou para uma mulher mas tudo bem), mas existem outras fórmulas que ela adota que torna o livro muito dinâmico e antes do fim ja estava bem afeiçoada ao Poirot e seus grossos bigodes :)
Desses 18 contos admito que alguns foram melhores. Não pela escrita mas pela forma que o mistério foi resolvido. Em alguns deles fiquei pensando um tempo "fechando o caso"na minha cabeça. Foram os casos "O expresso de Plymouth" e "O rei de paus". Em ambos acontece o que eu acho mais genial na resolução de alguns casos que é a observação de um detalhe que mostra quem esta mentindo ou que as provas foram modificadas ou que exige a modificação do rumo de toda a investigaçao. Muito bom mesmo!!!
Algumas vezes na vida a gente tem que admitir que estava errada. Até uns 2 anos atrás eu odiava livro de contos. Achava dificil de levar uma leitura continua e, até por isso, demorei quase 2 anos para ler esse livro. Contudo, 2015 mudou minha vida e eu li só naquele ano 4 livros de contos e já nesse inicio de ano eu já terminei de ler 2 e estou em vias de terminar o 3o.
Na verdade, o que eu descobri foram livros com contos melhores (ajuda) e dentro do tema que eu adoro. A maioria acabou sendo de fantasia mas os mistérios também sao muito atrativos.
Recomendado esse livro e QUALQUER livro da Agatha Christie pq ela era f%$#!! Principalmente para época em que vivia.
Até!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Livros viajantes: O Castelo Animado
Olá!
Esta é a quarta rodada dos livros viajantes (na terceira eu estava viajando e não consegui ler ó.ò) e o livro recebido foi " O Castelo Animado" um dos livros favoritos da Bia.
Admito que no início tava achando o livro uma zoeira sem fim. A narração era lenta e nada parecia estar se encaminhando.
A história ficava focada numa lenda popular que falava sobre a sorte de cada pessoa de acordo com a ordem que nasceram. Muito louco!
Mas ai começou a ficar engraçada a narração porque eu sentia vontade de bater na Sophie (protagonista). Bicha velha e medrosa cara! Fala com coisas inanimadas e parece meio maluca. Da vontade de mandar ela arranjar uns amigos xD (ta, é meio triste)
O mais legal era ir lendo os comentários da Lígia, pessoa que leu o livro antes de mim, e fazia umas observações ótimas e que eu concordava várias vezes.
Enfim, a história se desenvolve de formas inesperadas. Vira e mexe me surpreende porque os fatos são não só inesperados mas tirados "do nada".
Apesar dos elogios tenho que dizer que as vezes parece uma mistura de muita sorte porque parece que a autora só saiu adicionando magia a vários personagens estranhos numa trama meio sem pé nem cabeça.
Mais uma vez o fim veio "do nada" e me pareceu último episódio de novela: todos os personagens aparcem juntos num cenário só. Tudo acaba bem e no final tudo estava friamente calculado :p
Apesar dessas questões gostei muito do livro e recomendo para quem gosta de magia!
To querendo as continuações - mesmo sabendo que não são tão boas - pq sou dessas que escolhe a sofrencia só para saber como acabou a história (vide coleções que terminei em 2014.. Uma pior que a outra..)
Até!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Livro: Mestre Gil de Ham
Olá!
Tenho que admitir que esse livrinho me surpreendeu.
História pequenininha e gostosa de ler. Li rapidinho e foi aquele tipo de leitura agradável estimulante.
Mestre Gil é um homem comum. Fazendeiro, poucas coisas na vida o agradam mais do que gerir sua Fazenda e tomar umas cervejas.
Até que ele é forçado a proteger suas terras e enfrentar seres míticos e assustadores e sua vida muda completamente.
É bem voltado para o público infantil mas me agradou bastante. Hoje em dia as histórias fantasiosas parecem precisar criar nomes muito difíceis e situações mega complicadas para se destacarem como "boas" enquanto que esse livro de poucas páginas foi construída uma boa história sem malabarismos e exageros.
Adorei! Recomendo para quem adora uma história medieval com uma pitada de magia :)
Até!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Livros da Bienal: Asylum
Olá!
If you want to read this post in english, please click here.
Comecei a ler esse livrinho no fim de 2015 antes da eurotrip e só terminei agora pq q lista de prioridades tomou outro rumo (vulgo, resolvi ler outro livro antes :p )
Esse livro é bonzinho. Captou meu interesse com aquela linha de "mistério misterioso" em que o leitor não sabe nada do início até o quase fim e toda vez que parece que algo importante foi revelado....surge mais alguma coisa inexplicável e ninguém sabe mais nada xD
A narração é bem simples o que proporciona uma leitura muito rápida. Ao mesmo tempo acho os diálogos bem previsíveis e até o desenvolver da história acabou sendo um pouquinho clichê.
O que eu não gostei foi a sensação de falta de explicações. Na verdade anda acontecendo isso diretoooo! A maior parte dos livros de mistério enrolam mil páginas e subtamente acaba com uma solução/explicação mal feita ou que brota do nada. Ninguém discute o que aconteceu e vc fica, no mínimo, com a sensação de que comeu mosca ou algo assim.
O chato é que eu não gosto desse feeling. Ae eu volto para ler de novo para verificar se eu realmente perdi algo ou se realmente a história ficou corrida/jogada eee... Normalmente tem sido a segunda opção. Não entendooo pq esses finais assim...corridos ou jogados.
No mais, eu recomendo o livro para aqueles que gostam de um misteriozinho e não se incomodam com a temática adolescente. :)
Até!
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Livro: Se eu ficar (if I stay)
Ola!
Li esse livro em 2 dias xD e a escolha por ele se deve ao fato de eu ter visto o filme antes. Nem imaginava q tinha um livro e chorei horroressss vendo o filme pq ele é lindo. s2
A historia cativa rapidamente. A protagonista é gente boa demais e o leitor simpatiza de cara e se envolve na historia.
Só para contextualizar: Mia, a protagonista, pertence a uma família muito legal. Se dá bem com os pais e com o irmão mais novo, tem um namorado que é líder de uma banda de rock que começa a dar certo. Ela é uma boa menina e musicista (toca violoncelo *.*) e que no fundo nunca se sentiu muito enquadrada em lugar algum (seráaa que alguém já se sentiu/sente assim por ai??? xD)
E ai um acidente de carro muda toda a sua vida e para tomar uma grande decisão ela acaba perpassando por suas memórias e nós, os leitores, acabamos entrando nessa analise ^^
No filme a Mia foi interpretada por uma atriz que eu gosto bastante, a Chloe Moretz desde que era a pirralha fofa de boca suja Hit girl em Kick Ass (achava uma graçaaaaaa ^^) mas a maioria das pessoas só conhece dela como a Carrie do remake ruim que fizeram :p
Enfim, o que importa é a história. A forma que é narrada e a forma que o autor conseguiu me botar lá foi muito interessante.
Eu gostei de tudo. Gostei de todos os personagens. Gostei da ambientação. Gostei do fato de todo mundo ser envolvido com música (para mim que VIVO com uma música tocando no fundo da minha cabeça me sinto em casa numa história como essa).
E principalmente gostei muito da conclusão do livro (que é óbvioooooo que eu não vou falar).
O legal é que o final do filme é inconclusivo. Só entendi mesmo quando li o livro. So... LEIAM O LIVRO :P
Até!
domingo, 30 de agosto de 2015
Livro: Monstros gigantes
Olá!
Esse livrinho aí me surpreendeu porque não costumo gostar de livros de contos, já que o fim de cada história leva a uma "quebra" no ritmo de leitura, fazendo com que eu fique meeeses para ler o livro inteiro.Contudo, esse aí eu li em 4 dias. Acho que o tema me atraiu hehe
Enfim, de 130 contos enviados sobre o tema Monstros Gigantes, 17 contos foram selecionados e divididos em 3 seções: ruínas do passado, desafios do presente e provações do futuro. Eu não gostei da divisão. Não acho que ela era necessária e acabou fazendo com que as histórias "parecidas" ficassem aglomeradas no mesmo lugar, dando a sensação de repetição. Talvez se tivessem sido dispostos de forma aleatória a diferença entre cada conto seria colocada em destaque dando uma sensação menos intensa para o leitor de "estar lendo a mesma coisa" :p Enfim, minhaa opinião.
Realmente tenho que parabenizar a seleção. Todos os contos foram muito bem escritos, criativos - mesmo diante de um tema bem batido, e foi uma leitura muito agradável.
O conto que mais gostei foi Tejuaçu contra Kaiju porque o autor, Sid Castro, conseguiu deixar o conto bemmm fechadinho pois misturou diversos elementos favoráveis: personagens históricos, ficção interessante, romance fofo, protagonista forte e cativante e, de quebra, conquistou o leitor pela briga de gigantes onde um dos monstros protege o Rio de Janeiro. PALMAS! Lógico que essa é a minha opinião porque são elementos que são importantes para mim.
O conto que me comoveu foi Spaycy, de Edgard Refinetti, pois além de criar o ambiente de pânico esperado de uma situação de ataque, ficou bem centrado nos sentimentos e pensamentos da protagonista, menina sofrida já, que se vê ainda mais sozinha num momento de caus. Admito que fiquei realmente triste depois de ler o conto mas isso só demonstra a alta capacidade do Autor ao transmitir os sentimentos da personagem :)
O conto maiiisss criativo foi Darvarangá, do Daniel Folador Rossi, tendo em vista que ele foi O ÚNICO que desenvolveu o tema dentro de uma realidade diversa da que conhecemos, desenvolvendo toda a história segundo padrões fantásticos e envolvendo magia - isto é- um ambiente que seria mais compatível com a existência desses monstros do que a nossa realidade.
Recomendo o livro! Foi uma leitura muitooo legal
Até! :)
Esse livrinho aí me surpreendeu porque não costumo gostar de livros de contos, já que o fim de cada história leva a uma "quebra" no ritmo de leitura, fazendo com que eu fique meeeses para ler o livro inteiro.Contudo, esse aí eu li em 4 dias. Acho que o tema me atraiu hehe
Enfim, de 130 contos enviados sobre o tema Monstros Gigantes, 17 contos foram selecionados e divididos em 3 seções: ruínas do passado, desafios do presente e provações do futuro. Eu não gostei da divisão. Não acho que ela era necessária e acabou fazendo com que as histórias "parecidas" ficassem aglomeradas no mesmo lugar, dando a sensação de repetição. Talvez se tivessem sido dispostos de forma aleatória a diferença entre cada conto seria colocada em destaque dando uma sensação menos intensa para o leitor de "estar lendo a mesma coisa" :p Enfim, minhaa opinião.
Realmente tenho que parabenizar a seleção. Todos os contos foram muito bem escritos, criativos - mesmo diante de um tema bem batido, e foi uma leitura muito agradável.
O conto que mais gostei foi Tejuaçu contra Kaiju porque o autor, Sid Castro, conseguiu deixar o conto bemmm fechadinho pois misturou diversos elementos favoráveis: personagens históricos, ficção interessante, romance fofo, protagonista forte e cativante e, de quebra, conquistou o leitor pela briga de gigantes onde um dos monstros protege o Rio de Janeiro. PALMAS! Lógico que essa é a minha opinião porque são elementos que são importantes para mim.
O conto que me comoveu foi Spaycy, de Edgard Refinetti, pois além de criar o ambiente de pânico esperado de uma situação de ataque, ficou bem centrado nos sentimentos e pensamentos da protagonista, menina sofrida já, que se vê ainda mais sozinha num momento de caus. Admito que fiquei realmente triste depois de ler o conto mas isso só demonstra a alta capacidade do Autor ao transmitir os sentimentos da personagem :)
O conto maiiisss criativo foi Darvarangá, do Daniel Folador Rossi, tendo em vista que ele foi O ÚNICO que desenvolveu o tema dentro de uma realidade diversa da que conhecemos, desenvolvendo toda a história segundo padrões fantásticos e envolvendo magia - isto é- um ambiente que seria mais compatível com a existência desses monstros do que a nossa realidade.
Recomendo o livro! Foi uma leitura muitooo legal
Até! :)
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sábado, 2 de maio de 2015
Livro: a torre acima do véu
Olá!!
Esse livrinho aí é muito bom. Eu ia imaginando automaticamente como Zombie u e The last of us (jogos de video game).
O plano de fundo é conhecido mas a autora conseguiu tornar a trama toda bem original. Eu me interessei de cara pelo livro em razão da sinopse. Li sempre que dava e ficava agoniada para voltar a ler quando tinha que fazer as outras coisas do dia (tipo dormir xD)
Admito que adorei o anti heroi desde o princípio e nutro simpatia pela protagonista apesar dela pagar de f*%# o tempo todo. :p na linha do "ok, ela pode"
A linguagem criada pela autora dá um toque muito especial e real. Gostei muito mesmo disso. Além disso gostei da preocupação com a crítica política que é feita o tempo todo. Leva a reflexões bem interessantes.
Por fim, final do livro surpreendeu. Eu realmente tava esperando algo clássico e puts... chega uma parte que é surpresa atrás de surpresa. Sensacional. Me mantinha conectada e ansiosa para saber o que mais ia acontecer que eu não estava esperando.
O mais legal é que a autora do livro é brasileira. Espero mesmo que ela escreva a continuação desse livro porque eu com certeza vou comprar.
Ah sim, esse livro não é meu. Catei emprestado com o meu amigo Daniel Folador, que também é um ótimo escritor brasileiro, então obrigada a ele pelo empréstimo ^^ Assim que tiver uma oportunidade vou adquirir o meu.
É isso. Ali embaixo tem uns spoilers então se você não quer saber.... NÃO LEIA. ^^
Até!
##### SPOILER ALERTTTT ########
1. Para não falar que o livro ficou 100% fechadinho me deixou intrigada o fato de o tempo todo ser dito que os prédios estão todos destruídos, com paredes entrando em colapso e tal porque... a galera MORA no topo dos prédio, morre de medo do que tem lá embaixo e.... se a galera lá debaixo resolver começar a detonar de vez as estruturas? Nego não devia tá mais preocupado com a manutenção das fundações? Mas o pessoal não pode entrar na névoa senão morre... sei lá... me incomoda o fato de que a sobrevivência do restinho de humanidade fique 100% a mercê das estruturas dos prédios continuarem intactas. Nada graveeee nem nada do tipo. Só foi algo que eu pensei ^^
2. Adoro o Nikolai ^^ Simplesmente o anti herói que conquista a mocinha e a leitora :P ele NÃO PODE ter morrido (pf naooo)
3. Achei mega interessante a questão de conflito de poder relatada. A torre domina e subjuga aqueles que tem ideias contrárias a ela. Gosto muito quando fica evidente nas histórias a necessidade de se aliar ou fingir aliança para sobreviver. Normalmente esse costuma ser o ponto forte em histórias em que a sobrevivência é desafiante.
4. Genteeee a narração de como o Nikolai perdeu a família. Fiquei chocada um tempo até voltar a ler o livro. Foi tudo bem forte e pro tipo de coisas que eram narradas até então no livro a cena (pq eu imagino tudo cara) foi muito forte.
Esse livrinho aí é muito bom. Eu ia imaginando automaticamente como Zombie u e The last of us (jogos de video game).
O plano de fundo é conhecido mas a autora conseguiu tornar a trama toda bem original. Eu me interessei de cara pelo livro em razão da sinopse. Li sempre que dava e ficava agoniada para voltar a ler quando tinha que fazer as outras coisas do dia (tipo dormir xD)
Admito que adorei o anti heroi desde o princípio e nutro simpatia pela protagonista apesar dela pagar de f*%# o tempo todo. :p na linha do "ok, ela pode"
A linguagem criada pela autora dá um toque muito especial e real. Gostei muito mesmo disso. Além disso gostei da preocupação com a crítica política que é feita o tempo todo. Leva a reflexões bem interessantes.
Por fim, final do livro surpreendeu. Eu realmente tava esperando algo clássico e puts... chega uma parte que é surpresa atrás de surpresa. Sensacional. Me mantinha conectada e ansiosa para saber o que mais ia acontecer que eu não estava esperando.
O mais legal é que a autora do livro é brasileira. Espero mesmo que ela escreva a continuação desse livro porque eu com certeza vou comprar.
Ah sim, esse livro não é meu. Catei emprestado com o meu amigo Daniel Folador, que também é um ótimo escritor brasileiro, então obrigada a ele pelo empréstimo ^^ Assim que tiver uma oportunidade vou adquirir o meu.
É isso. Ali embaixo tem uns spoilers então se você não quer saber.... NÃO LEIA. ^^
Até!
##### SPOILER ALERTTTT ########
1. Para não falar que o livro ficou 100% fechadinho me deixou intrigada o fato de o tempo todo ser dito que os prédios estão todos destruídos, com paredes entrando em colapso e tal porque... a galera MORA no topo dos prédio, morre de medo do que tem lá embaixo e.... se a galera lá debaixo resolver começar a detonar de vez as estruturas? Nego não devia tá mais preocupado com a manutenção das fundações? Mas o pessoal não pode entrar na névoa senão morre... sei lá... me incomoda o fato de que a sobrevivência do restinho de humanidade fique 100% a mercê das estruturas dos prédios continuarem intactas. Nada graveeee nem nada do tipo. Só foi algo que eu pensei ^^
2. Adoro o Nikolai ^^ Simplesmente o anti herói que conquista a mocinha e a leitora :P ele NÃO PODE ter morrido (pf naooo)
3. Achei mega interessante a questão de conflito de poder relatada. A torre domina e subjuga aqueles que tem ideias contrárias a ela. Gosto muito quando fica evidente nas histórias a necessidade de se aliar ou fingir aliança para sobreviver. Normalmente esse costuma ser o ponto forte em histórias em que a sobrevivência é desafiante.
4. Genteeee a narração de como o Nikolai perdeu a família. Fiquei chocada um tempo até voltar a ler o livro. Foi tudo bem forte e pro tipo de coisas que eram narradas até então no livro a cena (pq eu imagino tudo cara) foi muito forte.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Livros: quem é você alasca?
Olá!!
Ganhei esse livro do meu irmão de natal. Ele comprou pq achou que eu havia visto "a culpa é das estrelas" e, sabendo do meu coração mole e da aptidão desse autor em mexer com o coração feminino, pensou que eu iria gostar.
Não vi a culpa é das estrelas porque não sou masoquistas. Meio mundo saindo chorando do cinema... já disse que fujo disso.
Mas "Quem é você alasca?" me surpreendeu. Não me debulhei em lágrimas (antes que vc pergunte).
É um bom livro, boa narração, fodastico na quebra da minha expectativa quanto ao rumo da história (e na surpresa quase tirou lágrimas).
A história conta a mudança de vida de um adolescente que cansado da mesmisse de sempre foi prum colegio interno (pensei que o cara era doido quando comecei lendo isso).
De cara ele fez amizade com pessoas muito inteligentes mas muitooo da zoeira (adorei de cara os personagens).
Tem drama, tem treta e é bem legal.
Recomendo!
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