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quarta-feira, 7 de março de 2018

Livro viajante II: A casa

Olá!



Estou atrasadíssima! Achava que tinha agendado esse post - mas não. Na verdade eu achava que todos os post até o meio de fevereiro estavam agendados. 

Enfim, vamos pro que interessa. Esse é o primeiro livro que leio do André Vianco - é escritor brasileiro famoso e eu, na minha ignorância, achava que ele somente escrevia sobre vampiros xD 

A história desse livro na verdade se divida na história de 4 personagens com um sentimento em comum: sofrimento. Todos eles sofrem agora por coisas que fizeram no passado e não conseguem encontrar a paz. Todos eles estão acelerando o caminho até a própria morte. 

Eis que surge um cartão que propõe o que todos buscam: alívio. Este alívio deve ser buscado em uma casa. Mas como? O que poderia ter nessa casa? 

Eu adorei a história. Muito real. Muito humana. Admito que eu mesma sofria junto com os personagens. A transmissão de sentimentos do personagem é excelente. 

Admito também que eu não esperava a conclusão da história e que fiquei refletindo por muitos dias sobre ela. Ainda não sei se a minha interpretação era a objetivada pelo autor ou se eu fui "além"do proposto por ele - ou se foi erro de história mesmo xD 

Mas por fim eu recomendo fortemente esse livro para quem curte uma ficção com uma pegada bem não ficcional (explico: a história não é real mas a pegada toca o leitor como se real fosse ;) ) 

Até




quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Livros: Cemitério de Dragões - volume 1

Olá!


E é com muita empolgação que venho falar de mais um autor brasileiro com uma boa obra publicada.

Apesar de conhecido pela série Dragões de Eter, eu nunca havia lido nenhum escrito do autor brasileiro Raphael Draccon e preciso dizer que temos mais um possível futuro queridinho. Começo o post para parabenizar o autor pela criatividade e coerência da realidade de ficção cientifica + fantasia que ficou bem legal.

A partir de agora vou falar do livro.

Primeiramente eu estava desanimada (admito) porque o inicio de livro que soma realidade fantática + diversidade de personagens realmente torna demorado o vínculo entre leitor e história (vide livro 1 de Game of Thrones que eu NUNCA sabia quem era o Tywin e o Tyrion e trocava tudo as vezes ^^'')

Outra coisa que me incomodou por um tempo são os personagens Daniel e Romain por terem personalidades diversas do esperado diante das suas nacionalidades BUT no final das contas eu gostei muito da construção dos personagens dessa forma porque desconstrói o esteriotipo pré-fixado que a gente vende e, além disso, mostra a diversidade de personalidades que as pessoas podem ter INDEPENDENTE da nacionalidade. Por isso, meus aplausos (altos) para o autor por enfrentar o modelo pré-fabricado e dar uma pitada de realidade para esses personagens.

Mas sobre a história: só engatei de verdade após as 50 primeiras páginas. Infelizmente isso pode desanimar muitos leitores mas eu realmente, até então, não tinha muito animo para ler. Eu terminava um capitulo, quase começando a criar um personagem na minha cabeça, e no seguinte era uma outra história com outros personagens. Aí eu fechava o livro e ia dormir.

É algo meu. Eu leio antes de dormir e somente insisto em mais de um capitulo de leitura se o livro estiver muito bom ou aguçado minha curiosidade para o próximo capitulo. Se isso não ocorre... eu amargo 2 semanas para matar 50 e poucas páginas (como aconteceu).

E é engraçado mas a mesma coisa aconteceu com um livro que eu ADORO - Batalha do Apocalipse/Eduardo Spohr, outro livro brasileiro - e a consequência em ambos os casos é a mesma: depois que a históra "pegou no tranco" minha atenção e curiosidade ficaram aguçados e deixar de continuar a ler o livro era aquela minitortura diária de "você precisa ir dormir".

Eu gostei muito mesmo do livro e estou ansiosa para ler o volume 2.

Como crítica, que preciso fazer, é sobre o relacionamento mega ultra super intenso saído do nada da Ashanti com o Mihos - amor eterno e sofrido sem qualquer boa razão afora "amor a primeira vista". Sei lá.. me incomodou um pouco e ficou chato (bem chato) no final. A personagem Ashanti que é mega interessante sozinha perdeu muito do brilho no final da história por parecer ser apenas uma apaixonada sem foco (algo que me parece meio desconexo do histórico inicialmente apresentado de menina rejeitada por ser filha de estupro... mas tudo bem).

Outra coisa que me incomodou foi a falta de explicação ou explicação insuficiente sobre os dragões em si ( porque eles só aparecem como criaturas mortas vivas/ restos mortais reutilizados para outros fins).

Por fim, e outra reclamação que pode vir a ser sanada nos próximos livros, é sobre a total previsibilidade dessa noite da serpente para o Asteroph e a informação de que ele sabia de tudo e da avalanche de informações sobre com quem a demônio-bruxa transou para conseguir alianças e bla bla bla. Me pareceu uma tentativa de surpreender o leitor que ficou bem ruim. Bem ruim mesmo. Que bom que as partes de porrada e ação me fizeram ignorar essa situação toda como se ela não tivesse acontecido xD

Conclusão: bom livro, tem suas falhas (ou pelo menos coisas que eu não gostei) e eu RECOMENDO ele (não só recomendo como estou ávida pelo volume 2 hehe).

Até!!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Livros: Filhos do Eden - vol.2 - Anjos da Morte

Olá!




Para começar vamos falar do autor da obra.

Eduardo Spohr é um carioca que teve a sorte de passar a infância conhecendo vários lugares ao longo do mundo pois seus pais viajavam muito e que nasceu com uma habilidade: escrever.

Mas o cara não é só isso. Ele não só escreve bem como é um pesquisador meticuloso. Escrever o tipo de livro que ele se propõem exige muito estudo e muita pesquisa. História, geografia, religião, etc etc.

E é claro que só ser bem escrito e "fechadinho" nos dados reais não seria suficiente. O Autor consegue criar  histórias interessantes, com protagonistas que dominam o coração do leitor e com eventos que emocionam de verdade (chorei de soluçar minha gente!)

Com uma introdução dessas vocês já esperam um RECOMENDOOO enorme no final, não é mesmo?? ^^


Não vou dizer que é o melhor livro dele que já li (pq Batalha do Apocalipse foi realmente sensacional e pq Ablon sempre estará no meu core ^^) mas a época histórica escolhida para esse volume dois da série Filhos do Éden me cativa naturalmente.


Parece que to "amarrada" com ficções que se passam no século XX (vide a série "O século" do Ken Follet) mas esse livrinho (que na verdade é um livro beem extenso) tratou muitissimo bem dos fatos históricos e locais.

Uma coisa que acho que os autores costumam falhar quando utilizam personagens "imortais" é o uso de personalidades incompatíveis com um ser tão velho. Essa falha não ocorre nesse livro nem ocorreu nos demais livros do autor e isso decorre do simples fato de que o Autor se concentra no rigor das castas - elas são do jeito que são forever.

Mas é interessante que mesmo dentro desse rigor o Autor deixa claro que a vida na Terra vai modificando certos pensamentos e amolecendo a rigidez da casta, tornando as reações dos protagonistas mais reais.

Bom, bora falar da série né (pq eu li o vol.1 beemm antes de ter o blog e por isso não tem resenha) e depois desse livro em particular.

Admito que sair da Batalha do Apocalipse e todo aquele xodó com o Ablon e cair na Rachel foi chatoooooo. Herdeiros de Atlântida começa o livro escorregando e dando aquela impressão de que vai contar a aventura de uma estudando retardada  boazinha e esforçada que se apaixonará por um anjo (juro que achei que ia ser uma parada dessa nas primeiras páginas).

Mas aí tem os esquecimentos dela e tudo muda. E é anjo aparecendo e merda rolando e aparece o Denyel porradeiro e o livro se desenvolve de forma muito inesperada e acaba muitoooo bem - e também de forma inesperada xD!

E eu me lembro que tava megaaa empolgada na época que saiu o segundo livro - no nivel preciso - masssss nunca tinha promoção e o livro era caro e eu era estagiária... todos compreendem u.u

A verdade é que eu sou sovina (admitooo) e sempre compro livros na promoção pq, quando eu compro, gasto aquela fortuna e acabo presando muito mais a quantidade - gastar menos para comprar mais - e nessa enrolei a vidaaa para comprar.

E aí o volume 2 me pegou de surpresa. Cadê a continuação da história? CADÊEEEE?? Calma. Lê uns capitulos que você vai saber huauhauhauahuahua

Mas, falando sério, rolou aquele "porra bicho!" que não durou algumas páginas. Era primeira guerra + Denyel porradeiro arrasando + primeira guerra + bombaaaaaa + já disse primeira guerra?  Eu adorooo histórias que se passam na primeira guerra e vc descobre que vai saber mais sobre o misterioso Denyel que abalou o mundo da "Rachel" no vol.1 e.... Cara....

... não tenho NADA para reclamar desse livro. Tá raroooo (rarissimoooo) eu escrever minha opinião sobre os livros aqui sem reclamar mas ficou um trabalho muitooo bem feito.

A leitura simplesmente nunca se torna cansativa! (e olha que é dificil isso em histórias com muita ação, né?). Na verdade eu lia que nem uma louca pq o Autor montou o livro de forma a me deixar louca - digo, deixar os leitores loucos xD huauhauhauahua.
Explico:
O livro é dividido em 2 histórias: o que se passa com Denyel e o que se passa com Kaira/Urakin/Ismael. A parte que trata do Denyel se divide em 3 partes historicamente - são as fases que foram vividas no séc. XX.

Embora no inicio a leitura seja um pouco cansativa (pq vc sente que não se esta acostumando com nenhuma das histórias), em poucos capitulos você descobre a malícia do autor. Cada fim de capitulo há "algo" que vc precisa saber só que... o próximo capitulo vai contar a história do outro grupo. E ai vc fica louco tipo: MAS EU PRECISOOOOO SABER! Só que vc também precisava, antes, saber o que acontecia com esse grupo.

Ae você se joga vorazzzz a cada capitulo pq vc quer saber o conteúdo daquele capitulo e do próximo. E assim vai numa sucessão louca que faz com que a pessoa detone quase 400 páginas em 2 dias (e eu durmo e eu trabalho gente!).

Enfim, RECOMENDADÍSSIMO! Fico pensando quantos autores de qualidade como o Spohr estão "escondidos" - Come out, come out wherever you are! :D

Até!!






PS: E agora preciso do vol. 3 - que ja saiu - :'(

PS2; E meu vol.2 ficou sem autográfoooo -  batalha e vol.1 foram autografados - snif snif snif

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Livros viajantes: Rani

Olá!



Esse livrinho eu ganhei  na bienal do livro (obrigada! :*) e realizei a leitura agora em razão de ter sido a leitura do mês no grupo "Livro viajante".



O título do livro é o nome da protagonista Rani, habitante de uma cidade pequena, que gosta de rock finlandês  e que vive o tédio da adolescência com todos os dramas e hipérboles adolescentes possíveis - além do humor  negro.

A Rani é uma menina "excluída" que conseguiu encontrar seu lugar ao se enturmar com "os animais de festa" que são vampiros, lobisomem e até mesmo o filho de satã xD

Bom, infelizmente eu não gostei muito desse livro e a principal razão foi o fato do desenvolver da história ter sido 100% previsível desde os primeiros capítulos. Além disso me incomodou bastante a sensação de plágio em diversos aspectos da história. EU SEI que normalmente as histórias de fantasia se parecem mas em várias passagens do livro me sinto lendo Harry Potter ou Crepúsculo :p

Talvez esses aspectos passem despercebido para a maioria dos leitores, principalmente se mais jovens (que eu acredito que seja o foco do livro), mas para o tipo de leitora ávida que eu sou por livros do gênero, me senti bem chateada de ver "ideias roubadas".

Deve-se levar em consideração, também, que eu leio muitos livros  mesmo e, por isso, acabo me tornando muito exigente com a questão da "originalidade". Simplesmente a "falta de" me incomoda bastante principalmente pela abertura que existe para criações dentro do universo fantástico. Ficar na mesmice me dá a sensação de preguiça.. sei lá.

Enfim, afora os clichês, outra coisa que me deixou meio confusa é o fato de que a Rani e a Marina me parecem as adolescentes da minha adolescência (+ de 10 anos atras) e não com os adolescentes de agora.  Imagino que o autor possa ter começado a elaborar o trabalho naquela época mas esse aspecto me deixou levemente preocupada pq a ênfase em certas coisas (como animes e mangás da minha adolescência) e que geram reconhecimento para mim  - que não sou o público do alvo - pode passar despercebido pelo publico alvo - adolescentes de agora. [ apenas suposições, claro!]

Agora, preciso falar sobre a Rani:  ela é a  personagem mais sem graça da história! Mas essa não é, aparentemente uma "falha" do Autor. Pelo que eu li parece ser uma tendência comum a construção de protagonistas que seguem essa mesma linha de "construção, isto é, a mina é super previsível (até quando era para parecer que não era xD) tornando os outros personagens mais interessantes - diversas vezes me peguei querendo que parassem de falar da Rani e falassem do Fred ou Tales. 
A quem interesse: Mary Sue é o nome utilizado para esse tipo de personagem "previsível" e enfadonho. Sobre isso: https://en.wikipedia.org/wiki/Mary_Sue 

Agora, acabando a parte chata, alguns aspectos positivos no livro foi a preocupação com a escolha do trecho de uma música para abrir cada capítulo. Deve ter dado trabalho e deu um carinho ao trabalho ^^

O que mais gostei no livro foram 2 capítulos em particular: o capítulo em que a conversa entre Rani e Marina é descrito como uma tragédia grega xD e o capítulo que Rani e os animais de festa vão para uma realidade paralela em que Amazonas montam dinossauros *.* (isso, dinossaurosssss!!)

No mais, recomendo a leitura para um público pré-adolescente/adolescente. Acho que a linguagem facil, o tipo de história e os temas desenvolvidos acabam sendo mais direcionados para esses leitores que estão passando pelo mesmo tipo de "angústia adolescente" que a protagonista ^^.

Para encerrar, eu espero que os cometários aqui listados não sejam tidos como desmotivadores de qualquer forma. As pontuações devem ser analisadas com vistas a evitar incorrer nesse tipo de erro.

O autor, Jim Anotsu, é brasileiro e já publicou outros dois livro: "A morte é legal" e "Annabel e Sarah". Pretendo ler esses outros dois no ano que vem e eles também serão comentados aqui ;) 


Até!

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Livros da Bienal: Exorcismos amores e uma dose de blues

Olá!


Então, esse livrinho me surpreendeu horroressss!

Primeiro pq eu achava que ia ter um pouco mais do comum e NÃO. Não há nada muito batido sobre o sobrenatural.

O autor construiu uma cidade e uma realidade em que o sobrenatural é conhecido e sabido por toda a população. Existe policia e universidade só para esses seres!

O protagonista, Thiago Boanerges foi surpreendente. No inicio achava que ele era um banana mas ele me surpreende. O leitor aos poucos o compreende e eu comecei a torcer para ele (acho que da forma errada ^^'').  Queria que ele fosse feliz e tals.

Apesar de eu ter gostado da obra como um todo (que estou me esforçando para não mandar spoilers) existiram algumas partes e personagens "enche linguiça" x.x Acho que alguns personagens e capítulos inteiros poderiam não ter existido porque, além de confusos, não acrescentaram NADA a história.

Afora essas "falhas" (a meu ver) que quebraram o ritmo da história, tudo estava bem amarradinho e a história me cativou. Li sem parar o livro (e quando parava lamentava isso haauahuahua).

Não li as outras obras dessa autor, que é brasileiro, mas fiquei bastante interessada nelas pois o autor escreve muito bem mesmo!

É isso. Eu RECOMENDO fortemente a leitura para o público adolescente/jovem adulto.

Contudo, se você vai dar de presente... calma gafanhoto! Não recomendo para homofóbicos, crianças/pré adolescentes e aquela senhora pudica que se choca com tudo -  pq tem partes em que o sexo é bem detalhado (e talvez vc não queria dar esse livro para a sua sogra/tia/vó/etc xD)

Afora isso é uma leitura bem satisfatória para o leitor que gosta de ficção fantasiosa e ainda se amarra em realidades baseadas na nossa (brasileiros).

Até!

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Livros da Bienal: HQ - Gata Garota, vol.1

Olá!

Estava lá me aventurando pela bienal e meu companheiro me vê olhando avidamente para uma revista grande e pesada com um gato na capa. Ele disse: "nesse com certeza tem gato" ae eu abri e comecei a dar uma olhada rápida. Gostei do traço. Não entendi de cara a história mas descobri que era de uma autora brasileira.

Acho que ficou bem óbvio que eu tinha gostado pq ganhei de presente xD (obrigadaaa! :*)

Enfim, eu ADOREI muitoooo essa HQ! Ainda na bienal começamos a ler e as piadinhas "um dos..." e "aqueles que forem seus..." já ficaram marcadas forevahhhh uhauhauhauhauhaua




Tá, vamos pro papo sério.

Eu estou acostumada a ver trabalhos brasileiros sempre muito parecidos com algo que já vi em algum lugar. Seja parecidos com mangás, seja parecidos com algum livro de RPG ou com os quadrinhos da DC/MARVEL.


Achei esse trabalho MUITO autêntico. Traços originais demais e a história então... nem se fala! Nunca li nada parecido (pelo que me lembro agora).

Mas... preciso criticar as primeiras histórias que não se adequam como as primeiras histórias de um volume 1.

Tipo, o leitor não sabe do que se trata a história, as vezes não tem contato com gatos e tal e pode simplesmente não entender NADA. =/ e acabar não insistindo no resto da revista. Isso tem que ser evitado a todo custo! As primeiras histórias de qq volume 1 de qualquer história necessitam contextualizar o leitor minimamente.

No meu caso: eu tenho gatos e eu já havia lido umas historinhas la do meio quando resolvi ler certinha a revista e mesmo assim achei meio confusas as primeiras histórias. Depois da 3 ou 4 ai o negócio fica mais claro e comecei a gostar da história e dos personagens e tudo o mais.

De qualquer forma adoreeeeiii essa Gata garota ;) humor negro fantastico. :) 

 

Aguardando o volume 2.

Até! ^^









sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Livros da Bienal: O livro dos gatos

Olá!

Fui na Bienal do Livro nesse fim de semana (06.09) que passou e, apesar de não ter ido com grandes pretensões. acabei voltando cheia de livros (comprados e presenteados - Obrigada!! :***).

Filhos do Eden e Monstros gigantes NÃO deveriam estar na pilha xD 
A motivação para compra desses livros foi, em grande parte, para prestigiar os autores e autoras brasileiras que tem feito um ótimo trabalho mas muitas vezes não recebem a devida atenção ou mesmo divulgação para os leitores brasileiros.

Portanto, pretendo ir fazendo posts específicos dos livrinhos que comprei na Bienal  de forma a divulgar os trabalhos dos escritores/desenhistas brasileiros e mesmo a minha opinião sobre cada um para as vezes dar um feed back para os escritores (apesar de eu não ser nada além de uma mera leitora ^^'').

O livro de hoje é pequenininho e foi sugerido pelo próprio autor (que se encontrava no box da editora e ainda autografou lindamente para mim *.*) em razão do meu amor por felinos s2


Pois bem, são 5 histórias de 5 felinos. São histórias simples contadas em rima (algo que eu sempre acharei fofo) e que acabam se interligando fofamente.

Os desenhos são superbonitinhos e acredito que qualquer pessoa que gosta de gatos irá gostar do livro.

O foco dele, entretanto, é claramente para o público infantil (em razão da complexidade das histórias). E, particularmente, acho que esse tipo de livro faz falta no mercado. As crianças somente vêem desenhos e lêem livros onde o gato é "o vilão" então aceitam que "qualquer mal" feito contra gatos é algo "merecido.


O livro mostra que, em regra, os gatos sortudos são aqueles que ganham o amor de um humano, que os tira da vida sofrida que levam na rua. E, normalmente, essa é a pura realidade. Além disso, as histórias mostram que os gatos GOSTAM de seus donos e gostam uns dos outros ( sendo que normalmente não é a praxe associar sentimentos positivos aos felinos) - sendo importante que as crianças das novas gerações não cresçam com a ideia ERRADA de que gatos são falsos (chega me dá ÓDIO quando ouço pessoal falando isso).


Para fechar com chave de ouro, parte da renda arrecadada com a venda desse livro foi destinada a projetos de apoio a animais abandonados. s2 TEMOS que apoiar autores e editoras que tem esse tipo de iniciativa!!!!! *.*


Enfim, altamente recomendável para adoradores de felinos (como eu) ou para dar para crianças pequenas. ^^

Até!